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quinta-feira, 16 de julho de 2009

CALDEIRÃO TEEN !


O SALTO ALTO .


´Toda mulher que seduzir um homem para que ele se case
com ela, utilizando-se de sapatos de salto alto ou outros
artifícios(...)será castigada com as penas de bruxaria´´

Lei promulgada no séc. XV, pelo parlamento inglês.


Certo dia desses, fui questionada por uma criança sobre meu conto de fadas predileto, no momento da resposta não hesitei em nenhum momento e logo disparei: ´Cinderela´´,porém daí pra frente passei a questionar a mim mesma,sobre o que me atraia tanto naquela personagem e finalmente descobri que não era ela que me atraia e sim seu par de sapatos de cristal,talvez daí venha minha paixão por sapatos,que não se restringe apenas á compra do artigo,mas também a observação e o fato de serem tão reveladores.





Cinderela e o seu famoso sapatinho de cristal


Olhe o sapato de uma pessoa e você adivinhará o estado emocional dela; as metas e expectativas dessa pessoa; se a auto-estima dela está alta ou baixa; e, o que é mais importante, a atitude dela em relação a sexo.Alguns tipos de sapatos femininos, como mocassins e tênis, são sexualmente neutros.Mulheres que usam habitualmente esse tipo de calçado não se preocupam em propagar agressivamente a sua sensualidade.

Se você algum dia observou uma mulher de salto alto andando pela rua, sabe o poder de atração que esse tipo de sapato exerce.o ritmo de quem está usando salto alto é tanto auditivo como visual,uma combinação magnetizadora de passos em staccato com cadeiras de balanço.Comparada com suas irmãs de salto raso, uma mulher de salto alto é uma sereia, olhada tanto por homens como por mulheres -embora por motivos diferentes.

Apesar do custo relativamente baixo, o sapato de salto alto substitui a pulseira de brilhantes e o casaco de pele como símbolo do luxo.

Hoje, uma mulher que usa um sapato alto de um estilista de ponta é uma mulher de sucesso, assim como foi em 1945 uma mulher usando um casaco de visom pelo tornozelo.


Os cultuados sapatos Jimmy Choo
Dessa forma, a importância do salto como uma afirmação da moda permanece incontestada, tanto que os nomes dos que desenham sapatos caros estão se tornando muito conhecidos, mesmo fora dos limites rarefeitos do mundo da moda.


Sapateiros exclusivos sempre existiram,mas é um testemunho da importância atual dada ao salto alto que nomes como os de Jimmy Choo e Manolo Blahnik. Por que será que o sapato de salto é tão fascinante?


A resposta é clara, porque nos tempos modernos, é uma forma de calçado exclusivamente feminina.Somente as mulheres-e os homens vestidos de mulher, o que pressupõe um exagero das características femininas; os saltos altos fazem a pelve oscilar, o que projeta os seios para frente e salienta as nádegas, eles alongam as pernas, visualmente, o que por sua vez atrai os olhos para cima, para a genitália.Ao contrair os músculos da parte inferior da perna, os sapatos de salto alto afinam a barriga da perna e o tornozelo.O salto alto faz com que pé pareça menor, ao posicioná-lo num ângulo extremo, o que também exagera o arco do peito do pé.Por fim, os saltos altos mudam consideravelmente o andar da mulher.



Deixando o corpo numa posição instável,eles forçam quem os usa a compensar o desequilíbrio com passos e cadeiras que se sacodem,o que ajuda a contrabalançar a instabilidade dos pés,realmente è uma combinação poderosa.





O poderoso Manolo Blahnik
Psiquiatras descrevem a relação entre salto alto e o sexo, sugerindo que as mulheres anseiam pelo salto alto como uma espécie de paliativo para a inveja do pênis, uma conclusão que se baseia na hipótese de que o sapato se assemelha ao órgão sexual masculino.


Mas na pornografia do fetiche do pé, a mulher que calça sapatos de salto alto é, em geral, a participante dominante-a gata com o chicote.


Estudiosos diriam que o fetiche por sapatos está diretamente associado com os pés,pois de todas as formas de simbolismo erótico,o mais freqüente é o que idealiza o pé e o sapato,até mesmo para o amante normal,o pé parece ser uma das partes mais atraentes do corpo; tanto que foi comprovado cientificamente,que a parte do cérebro que se relaciona com as sensações da genitália não se encontra,como seria de se esperar,entre as coxas,e sim bem próximo dos pés.



Assim, no Ocidente e em especial no Oriente sempre se considerou um pé pequeno um pré requisito para atração física;tanto em sua edição de julho de 2000,a Vogue afirmou- numa história ilustrada com uma perna perfeitamente bronzeada calçando uma sandália Jimmy Choo de salto agulha,incrustada de diamantes -que os pés ideais são os de ossos pequenos tamanho 36 ou 37(que são as dimensões mais adequadas para um sapato Manolo Blahnik de salto agulha.Pés maiores são considerados exagerados demais para serem verdadeiramente belos).



O salto agulha pode ser considerado o campeão de preferência fetichista, mas o supra sumo desse modelo de sapato foi inventado nos anos 1950, intitulado de stilleto, foi fabricado por um italiano que criou um salto com miolo de metal, inovação que permitiu os saltos mais finos jamais imaginado.Muito alto, mas de aparência delicada; ele restringe, dificulta o andar e pode se partir sob pressão,entretanto o andar sinuoso que ele provocava era o acompanhamento ideal para as roupas ultrafemininas da época,conclui-se que o salto agulha é a personificação da feminilidade.




O famoso e ´´mortífero ´´stilleto
Entretanto, tal salto por muito tempo foi considerado uma arma mortífera, embora pareça um grande exagero, mas mesmo assim uma mulher com saltos muito altos e finos de fato parece estar com um objeto mortífero atado aos pés.Como descreveu certa vez uma reportagem da revista Allure, que andar por aí calçando sapatos de salto alto é uma viagem poderosa.È o equivalente feminino do calor concentrado.Com os saltos certos, a mulher se sente invencível.


Certa vez, uma escritora de moda escreveu um ensaio, perguntando por que tantas mulheres adoravam sapatos.As teorias freudianas podem ´´explicar a excitação que alguns homens experimentam com os sapatos que as mulheres experimentam´´ argumentava´´,mas elas não conseguem explicar a excitação que as mulheres experimentam´´.


O sapato combina imagens masculinas e femininas de muitos níveis diferentes,do salto agulha penetrando o corpo fetichista ao pé deslizando para dentro de um sapato aberto.


A pornografia freqüentemente rotula a mulher de salto alto como uma piranha, dessa forma posicionando-a como um objeto sexual acessível.Ao contrário, o discurso nas revistas de moda feminina se concentram na fantasia de que os homens irão venerar os pés de uma mulher bonita.Igualmente importante é o papel que os sapatos representam na criação de esterótipos de gênero.´´Adoro garotas de salto alto´´,diz o fotógrafo de moda Mario Testino.´´Elas podem brincar e usar salto alto ,e nós não´´.Salto alto é ´´o símbolo máximo do que é ser mulher´´,declarou a jornalista Frances Little.E Testino concordou: ´´è o que diferencia homens e mulheres´´.


Dessa forma, pude entender finalmente o porque da preferência do príncipe por Cinderela ás filhas de sua madrasta: só ela possuía pés e sapatos de salto tão perfeitos que tirariam qualquer um do sério.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

CALDEIRÃO TEEN !


patricinhas .


Toda patty vive de grupinho e todas sempre estão bem arrumadinhas. Sabe aquelas meninas que se juntam e você fica olhando e olhando para saber o que elas estão tramando ou conversando?? Tchan,tchan Yes!! Nós mesmo!! AS PATRICINHAS!

O colegio é o lugar onde nós deixamos bem claro,que..Somos pattys vivemos inventando moda e usando roupas diferentes. Mas lógico que o lugar mais comum para identificar uma patty com certeza é no shopping, nossa segunda casa, sempre rodeadas de amigas, somos muito educadas e respeitadas pela maioria das pessoas.

E quem foi que disse que patty só usa roupa de griffe?? Seja quem for que falou, é uma grande mentira, nem todos nossos guarda-roupas são feitos de roupas de Cher (As patricinhas de Beverlly Hills) e Elle (legally Blonde).

Nós também usamos roupas normais, C&A.. Mas, sempre fashion!! É uma bobeira acreditar que todas as pattys são ricas ok?! Ser patty é um estilo de vida e não ser arrastada por compras e + compras e + compras...

Todas as pattys adoram ajudar e dar dicas super stars e então vou dar uma dica de patty para vocês. Mas tome cuidado com isso. Uma girl não pode e não deve ser quem você realmente é e querer imitar os outros pelos estilos deles próprios. O motivo é simples, ninguém disse que para ser patty precisa ser loira, olhos azuis, rica e ip polutium, e ninguém disse que existe aprendizado para virar uma patty, seja você mesma. Seja original!!!!!
por : eshelly ferrari .

terça-feira, 14 de julho de 2009

CALDEIRÃO TEEN !




PUNKS E A CULTURA PUNK .

A cultura punk é formada por todos os estilos dentro da produção cultural que possuem certas características comuns àquelas ditas punk, como por exemplo o princípio de autonomia do faça-você-mesmo, o interesse pela aparência tosca e agressiva, a simplicidade, o sarcasmo niilista e a subversão da cultura. Entre os principais elementos culturais punk estão: o estilo musical, a moda, o design, as artes plásticas, o cinema, a poesia, e também o comportamento (podendo incluir ou não princípios éticos e políticos definidos), expressões linguísticas, símbolos e outros códigos de comunicação.



A partir do início da década de 1970 o conceito de cultura punk adquiriu novo sentido com a expressão movimento punk, que passou a ser usada para definir sua transformação em tribo urbana, substituindo uma concepção abrangente e pouco definida da atitude individual e fundamentalmente cultural pelo conceito de movimento social propriamente dito: a aceitação pelo indivíduo de uma ideologia, comportamento e postura supostos comum a todos membros do movimento punk ou da gangue ou ramificação/submovimento que ele pertence. O movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos —seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos do movimento, seja a preservação e resistência da tradição punk, como forma cultural deliberadamente marginal e alternativa à cultura tradicional vigente na sociedade ou como manifestação de segregação e auto-afirmação por gangues de rua. A cultura punk, segundo esta definição, pode então ser entendida como costumes, tradições e ideologias de uma organização ou grupo social.



Apesar de atualmente o conceito movimento punk ser a interpretação mais popular de cultura punk, nem todos indivíduos ligados a esta cultura são membros de um grupo ou movimento. Um grande número de punks definem o termo punk como uma manifestação fundamentalmente cultural e ideologicamente independente, cujo o aspecto revolucionário se baseia na subversão não-coerciva dos costumes do dia-a-dia sem no entanto se apegar à um objetivo preciso ou a um desejo de aceitação por um grupo de pessoas, representando uma postura distinta do caráter politicamente organizado e definido do movimento punk e de seu respectivo interesse na preservação da tradição punk em sua forma original ou considerada adequada.



Esta diferença de postura entre o movimento punk e outros adeptos da cultura é responsável por constantes conflitos e discussões, às vezes violentos, que ocorrem no encontro destes indivíduos em ruas e festivais, ou através de meios de comunicação alternativos como revistas, fanzines e fóruns.


Originalmente o punk surge por volta de 1975 como uma manifestação cultural juvenil semelhante aos da década de 1950 e 1960: um modismo cujo interesse era a afirmação de uma personalidade ou estilo, não envolvendo intencionalmente questões éticas, políticas ou sociais. Era caracterizado quase que totalmente por um estilo baseado em música, moda e comportamento. Esta primeira manifestação punk, o estilo punk rock, surge primeiro nos Estados Unidos com a banda The Ramones por volta de 1975 e é caracterizada por um revivalismo da cultura rock and roll (músicas curtas, simples e dançantes) e do estilo rocker/greaser (jaquetas de couro estilo motoqueiro, camiseta branca, calça jeans, tênis e o culto a juventude, diversão e rebeldia). Enquanto o rock and roll tradicional ainda criava estrelas do rock, que distanciavam o público do músico, o punk rock rompeu este distanciamento trazendo o princípio da música super-simplificada (pouco mais que três acordes, facilmente tocados por qualquer pessoa sem formação mínima musical) e instigando naturalmente outros adolescentes a criarem suas próprias bandas. O punk rock chega à Inglaterra e influencia uma série de jovens pouco menos de um ano depois.


Na Inglaterra o princípio de que "qualquer um pode montar uma banda" e o espírito renovador do punk rock se mesclaram a uma situação de tédio cultural e decadência social, desencadeando o punk propriamente dito. Extremamente empolgado pela apresentação dos Ramones, Mark Perry abandona seu emprego e produz o primeiro fanzine punk, o Sniffin' Glue ("cheirando cola"), com a intenção de promover esta nova agitação cultural. O fanzine foi o símbolo marco para o faça-você-mesmo punk, não tinha quase nenhum recurso financeiro e era marcado pelo estilo visual deliberadamente grosseiro e com senso de humor ácido. Os Sex Pistols, antes uma banda de punk-rock comum, se torna um projeto mais ambicioso com a tutela de Malcom McLaren e a inclusão de um vocalista inventivo e provocador, Johnny Rotten. A banda passa a usar suásticas e outros símbolos nazi-fascistas, além de símbolos comunistas e indumentária sadomasoquista num agressivo deboche dos valores políticos, morais e culturais (influenciados e patrocinados por Malcolm McLaren e Vivienne Westwood, amigos aficcionados pelas idéias Dadaístas e Situacionistas). Além de ridicularizar clássicos do rock and roll, as músicas da banda costumavam demonstrar um profundo pessimismo e niilismo, agredindo diretamente diversos elementos da cultura vigente, sempre em tom sarcástico e agressivo. Logo chamam a atenção de entusiastas que começam a acompanhar os shows produzindo eles próprios de forma caseira estilos de roupas e acessórios, em geral rearranjos de roupas tradicionais como ternos, camisas e vestidos, com itens sadomasoquistas, pregos, pinos, rasgos e retalhos. Essas características —sarcasmo, interesse pelo grosseiro e o ofensivo, valorização do faça-você-mesmo, reutilização de roupas e símbolos de conhecimento geral em um novo contexto bizarro, crítica social, desprezo pelas ideologias, sejam políticas ou morais, e pessimismo— somado ao estilo empolgante e direto do punk-rock definiram a primeira encarnação do que hoje entendemos como cultura punk. A partir de 1977 esta postura punk se tornou um fenômeno impactante na maior parte do mundo e pouco a pouco foi se transformando e ramificando em sub-gêneros.


O primeiro aspecto cultural punk desenvolvido foi o estilo musical. A música punk desde suas origem até os dias de hoje passou por diversas mudanças e sub-divisões, englobando características que vão do pop-rock irônico e politicamente indiferente ao ruidoso discurso político panfletário. Apesar disso, nos diversos estilos de música punk o caráter anti-social e/ou socialmente crítico é bastante recorrente e a ausência destas características é vista por alguns como justificativa para o não-reconhecimento de uma banda como sendo do estilo punk. Estilos muito distintos do punk-rock também são desconsiderados com freqüência.


O estilo punk-rock tradicional caracteriza-se pelo uso de poucos acordes, em geral power chords, solos breves e simples (ou ausência de solos), música de curta duração e letras sarcásticas que podem ser politizadas ou não, em muitos casos uma manifestação de antipatia à cultura vigente. Estas características não devem ser tomadas como uma definição geral de punk-rock pois bandas e variações bem difundidas do gênero apresentam características muitas vezes antagônicas a estas, como por exemplo as músicas longas e complexas do Television, o experimentalismo cacofônico do Crass, a tendência de sociabilização das bandas de hardcore moderno e o discurso sério de algumas bandas politizadas,


As mais difundidas correntes musicais punks são as descendentes do estilo punk rock original, que mantém certas características sonoras em comum com sua origem e que podem ser classificadas como Rock. Destacam-se o hardcore, oi!, grindcore, crustcore e ska-punk. Existem também estilos que não têm como origem direta o punk-rock ou que se transformaram de tal forma que se tornaram notavelmente distintas. Entre eles estão o funk punk, reggae punk, pós-punk, synth-punk e outros. Há ainda outras correntes nitidamente semelhantes ao punk cujo o reconhecimento como parte do estilo não é unânime entre punks, em geral por demonstrarem uma atitude controversa ou não relacionada com o esteriótipo, como o caso da new wave.

O gosto por certas bandas é algumas vezes interpretado como identificação de um indivíduo à um certo grupo, especialmente entre aqueles que defendem o caráter ideológico da cultura punk. Por exemplo, bandas como Histeria , Vírus 27 e Garotos Podres podem ser repudiado por grupos anarquistas pelas relações desses artistas com a cultura skinhead e careca, enquanto estas mesmas bandas podem ser bem aceitas e favoritas entre punks que não sejam anarcopunks. Da mesma forma que os outros elementos culturais, o porte de símbolos de certas bandas comumente associadas a determinados grupos ideológicos muitas vezes desencadeiam a hostilidade e a violência de adeptos de gangues e grupos do movimento punk com ideologia contrária...


A moda é, junto à música, o aspecto cultural mais característico e evidente do punk. O termo moda, no entanto, não é bem aceito pela maioria dos punks e influenciados pela cultura punk pois é entendido estritamente como modismo, aceitação social, comércio e/ou mera aparência. Costuma-se empregar o termo estilo, com o significado de "roupa como afirmação pessoal" (apesar deste também ser um dos significados da palavra moda), ou mais comumente ainda o termo visual, utilizado em quase toda a cultura alternativa brasileira, não somente no meio punk.


O estilo punk pode ser reconhecido pela combinação de alguns elementos considerados típicos (alfinetes, patches, lenços no pescoço ou à mostra no bolso traseiro da calça, calças jeans rasgadas, calças pretas justas, jaquetas de couro com rebites e mensagens inscritas nas costas, coturnos, tênis converse, correntes, corte de cabelo moicano,(colorido ou espetado, etc) ou espetado por inteiro (dos lados, atrás e em cima) e em alguns casos lapis ou sombra no olho, sendo esta combinação aleatória ou de acordo com combinações comuns à certos sub-gêneros punk, ou ainda o reconhecimento pode ser pelo uso de uma aparência que seja desleixada, "artesanalmente" adaptada e que carregue alguma sugestão ou similaridade com o punk sem necessariamente utilizar os itens tradicionais do estilo.


A moda punk, em sua maioria, é deliberadamente contrastante com a moda vigente e por vezes apresenta elementos contestadores ou ofensivos aos valores aceitos socialmente —no entanto um número considerável de punks e alguns sub-gêneros apresentam uma aparência menos chamativa (por exemplo o estilo tradicional hardcore). Há também indivíduos intimamente ligados a esta cultura que não têm nenhum interesse ou deliberadamente se recusam a desenvolver uma aparência punk, em geral motivados pelas diversas críticas que a moda punk recebeu durante sua história .


As variações dos elementos das roupas punk e o surgimento de ramificações de estilo estão associados, na maioria dos casos, ao surgimento de novos sub-gêneros musicais, influências ideológicas e de elementos de outras culturas que em determinados momentos dividiam mesmo espaço com o punk. A idéia popularmente difundida e equivocada de que todos os elementos do esteriótipo punk foram "planejados" cuidadosamente como simbolismo da ideologia libertária/anarquista —por exemplo o coturno, originalmente trazido a cultura punk por influência da cultura skinhead, que é comumente e erroneamente justificado como símbolo de repúdio ao Exército— é com freqüência aceita entre novos punks que acabam desta forma propagando e conseqüentemente agregando pouco-a-pouco um sentido simbólico que não existia anteriormente à moda punk.


Enquanto o estilo punk desligado de um movimento costuma utilizar com liberdade os elementos, combinando peças intuitivamente e utilizando outros itens que não fazem parte do estilo clássico, os membros dos diversos grupos do movimento punk consideram fundamental algumas combinações tradicionais de elementos, uma vez que elas identificam o grupo (e conseqüentemente a ideologia) específico que o indivíduo pertence.


Em diversos países, incluindo o Brasil, a roupa é na maioria das vezes o elemento que desencadeia as brigas de rua entre gangues, membros de grupos divergentes do movimento punk e outros movimentos que repudiam o punk. A combinação arbitrária de elementos costuma não ser bem vista por punks de gangues e sub-grupos do movimento pois é interpretada como uma demonstração de ignorância sobre os costumes, a aparência e as ideologias punk ou fruto de uma tentativa da cultura vigente se apropriar desse estilo. Este desentendimento pode culminar no desprezo, ridicularização ou hostilidade para com o indivíduo ou, nos casos dos grupos violentos, na coerção, furto de peças e agressão.


Desde o seu início, o Punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditar ou não em um deus ou religião qualquer. Porém, por causa do tempo de existência, seu caráter cosmopolita e amplo, ocorreram distorções de todas as formas, em diversos países, dando ao movimento Punk uma cara parecida mas totalmente particularizada em cada país.


Por se assemelhar em diversos aspéctos com o anarquismo (posteriormente, a principio o movimento punk era apolítico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações.

Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, este ganhou um novo rumo com redirecionamento a uma nova militância política, com discursos e ações mais ativas, opondo-se à mídia tradicional, ao Estado, às instituições religiosas e grandes corporações capitalistas.

Como a maior parte dos movimentos populares, o movimento punk tem quase tantas nuances quanto o número de adeptos, mas em geral sustentam valores como anti-machismo, anti-homofobia, anti-nazismo, amor livre, anti-lideranças, liberdade individual, autodidatismo, iconoclastia, e cosmopolismo.

Existem outras vertentes do movimento como o oi! caracterizado pelo relacionamento de punks e skinheads, ou o straight edge que se auto-denominam "livres de drogas" não fazendo uso de nenhuma substância que altere o humor, incluindo o álcool e a nicotina.


A outra vertente, talvez a mais tradicional e/ou original do brasil, são as gangs. Que estiveram presentes desde o começo deste movimento, principalmente em São paulo, onde existem até hoje. São famosas pelo uso da violência e união de seus integrante .



segunda-feira, 13 de julho de 2009

CALDEIRÃO TEEN !


Emos e o Emocore


Emo (abreviação do inglês emotional) é um gênero de música derivado do Hardcore. O termo foi originalmente dado às bandas do cenário punk de Washington, DC que compunham num lirismo mais emotivo que o habitual.

Existem várias versões que tentam explicar a origem do termo "emo", como a que um fã teria gritado "You´re emo!" (Você é emo!) para uma banda (os mitos variam bastante quanto a banda em questão, sendo provavelmente o Embrace ou o Rites of Spring).

No entanto, a versão mais aceita como real é a de que o nome foi criado por publicações alternativas como o fanzine Maximum Rock n' Roll e a revista de skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de "hardcore emocional" que aparecia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC, como as já citadas Embrace e Rites of Spring, além de Gray Matter, Dag Nasty e Fire Party.

Nesta época, outras bandas já estabelecidas de hardcore, como 7 Seconds, Government Issue e Scream também aderiram à esta onda inicial do chamado "emocore", diminuindo o andamento, escrevendo letras mais introspectivas e acrescentando influências do rock alternativo de então.

É importante lembrar que nenhuma destas bandas jamais aceitou ou se auto-definiu através deste rótulo. A palavra "Emo" era vista como uma piada ou algo pejorativo e artificial.

O gênero (ou pelo menos o clássico estilo de Washington, o DC sound) primeiramente explorado por bandas como Faith, Rites of Spring e Embrace tem suas raízes no punk rock.

O próximo passo na evolução do gênero veio em 1982 e durou até 1993 com as bandas Indian Summer, Moss Icon, Policy of Three, Still Life e Navio Forge. A dinâmica calmo/gritado ("quiet/loud") freqüentemente ouvida em bandas recentes tais como Seatia e Thursday tiveram suas raízes nestas bandas. No que diz respeito a voz, essas bandas intensificaram o estilo emocore. Muitas delas sempre fizeram uso de berros e gritos durante a apresentação, e motivo para muitos fãs de hardcore depreciarem os fãs de emo como "molengas"¹ ("wimps", "weaklings").

Assim como foi infundida uma nova intensidade para o emocore, o emotional hardcore levou essa intensidade a um nível extremo. A cena teve início entre 1991 e 1992 com as bandas Heroin, Portraits of Past e Antioch Arrow que tocavam um estilo caótico, com vocais abrasivos e passionais².

Após a supervalorização inicial da intensidade e da sonoridade caótica, o emotional hardcore sofreu um processo de "desacelaração". As bandas Sunny Day Real Estate e Mineral basearam seu estilo no Rites of Spring, outra banda do gênero emo.

Nota-se uma nova tendência emo em abandonar o punk distorcido em favor de calmos violões. Na cultura alternativa diz-se que alguém é ou está emo quando demonstra muita sensibilidade.

No Brasil, o gênero se estabeleceu sob forte influência norte-americana em meados de 2003, na cidade de São Paulo, espalhando-se para outras capitais do Sul e do Sudeste, e influenciou também uma moda de adolescentes caracterizada não somente pela música, mas também pelo comportamento geralmente emotivo e tolerante, e também pelo visual, que consiste em geral em trajes pretos, trajes listrados, mad rats, cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos.

sábado, 11 de julho de 2009

MP4 por crislaine f .


Saiba as músicas mais pedidas aos DJs nas baladas.



pop música virgula dj hum pedro lattari edu corelli alexandre bezzi dago donato dj zegon balada djs .


Quem sai de casa sexta-feira ou sábado à noite normalmente tem sua balada favorita – e, é claro, espera ouvir lá certo tipo de som. Nessa hora, porém, os responsáveis pela música são os DJs, que costumam planejar o que vão tocar antes mesmo de assumir o controle das picapes. Somando-se uma coisa à outra, o resultado é inevitável: ao longo da noite, o disk-jóquei ouve inúmeros pedidos do público para tocar aquela música tão especial. Se aceitam a sugestão ou não, é outra história...


Dago Donato, residente e um dos donos do Neu Club, casa especializada em rock indie e música eletrônica de São Paulo, afirma que algumas bandas são imbatíveis na memória do público. “A galera sempre pede bandas como The Killers, Bloc Party e The Strokes. Mas nunca toco nada disso”, afirma ele, que diz só tocar o que o público pede quando bate com seu gosto pessoal. “Agora, obviamente, Michael Jackson é muito pedido, mas eu sempre toquei músicas dele”, completa.


Residente da casa D-Edge, o ex-Planet Hemp Zegon, que viaja pelo mundo com seu projeto N.A.S.A e toca em diversas festas de hip hop no Brasil, é outro que não se pauta pelos pedidos do público. “Não faço esse tipo do DJ, principalmente porque mixo muito rápido e não deixo nenhuma música tocando por muito tempo”, conta. Segundo ele, não tem jeito: os antigos clássicos são os sons que seguram qualquer festa. “Músicas conhecidas dos anos 70, 80 e suas versões remixadas”, explica.


Um dos principais nomes do hip hop nacional, o DJ Hum diz que recebe os mais variados pedidos nos lugares onde toca. Segundo ele, “na cena nacional, o que mais pedem é samba-rock, Clube do Balanço e Funk Como Le Gusta. Entre os gringos, estão pedindo muito Kanye West, Alicia Keys, Timbaland, Lil Wayne e Jurassic 5”.


Fabrício Miranda, da Funhouse, afirma que o que agita mesmo as pistas, principalmente na festa Funhell, são as novidades. “Lady Gaga, Metronomy e Copacabana Club são muito pedidas por esse público, que é antenado e gosta de saber das novas tendências”, conta ele.



O DJ de rock alternativo Alexandre Bezzi confirma esse gosto pelo novo, mas acha que as músicas mais pedidas ainda trazem algo do passado. “Na festa quinzenal que faço no Drops Bar, a Sexta Esquenta, o povo costuma pedir muitas novidades, como Ting Tings, Ladyhawke e Empire of the Sun, que são artistas atuais com ar retrô”, afirma.



Edu Corelli, veterano da cena eletrônica, é outro que acha que a principal tendência atual é unir o antigo e o novo. “Essa ‘new generation rave’, que é o pessoal entre 18 e 21 anos, curte de MGMT a Lady Gaga. Acho que outros artistas, como The Killers e Franz Ferdinand, conseguem unir gerações e são bem atuais”, diz.



As favoritas dos DJs


Se os frequentadores fazem pedidos dos mais variados – alguns deles, bem distantes do tipo de música que toca na casa noturna em que se encontra –, os DJs também têm de ser bastante ecléticos para adaptar seu setlist a diferentes baladas e tipos de público. Afinal, a intenção é fazer dançar!


“Toco de tudo, embora não seja exatamente o que o público pede. Adoro tocar sons eletrônicos mais ‘terceiro-mundistas’, como kuduro, cumbia digital, baltimore club, Passion Pit, M.I.A, Santigold, Vampire Weekend, Dan Deacon, e Brothersport, do Animal Collective, que é uma música na qual rola loucura generalizada no Neu”, afirma Donato. A preferência por coisas mais obscuras é compartilhada por Alexandre Bezzi. “Não podem sair do meu setlist um produtor francês chamado Anoraak e um grupo de garotas chamado Fan Death”, diz.


O DJ Pedro Lattari, por sua vez, gosta mesmo é dos clássicos do pop dos anos 70 e 80 e do rock alternativo. “Adoro tocar Duran Duran, Suede, B-52’s, Blondie, Sonic Youth, Radiohead, Blur e Devo”, afirma. Zegon é mais um que segue a linha retrô e não dispensa sons de Michael Jackson, Jackson 5, Metallica, AC/DC, Public Enemy e James Brown.



Entre ser alternativo e mainstream, Edu Corelli prefere misturar de tudo um pouco. “Adoro tocar Wrong, do Depeche Mode, com remix do Frankie Knucles, Tonight’s Today, de Jack Penate, Paris, do Friendly Fires, e Golden Cage, do Whitest Boys Alive”, conta.


Não toco nem amarrado!


Há DJs que não admitem e outros que aceitam pedidos, mas todos são unânimes em uma coisa: tem músicas e artistas que, mesmo se o público implorar de joelhos, não tocam de jeito nenhum! Nas carrapetas de Zegon, por exemplo, funk carioca comercial não passa nem perto. “Nada contra, mas já vieram me pedir MC Créu, por exemplo. Não rola”, diz.



DJ Hum também não toca funk, mas não porque odeia o estilo – segundo ele, é uma questão de se manter fiel ao próprio som. “Funk carioca e psytrance, por exemplo, não têm a ver com o meu trabalho. Para cada estilo, existem DJs específicos”, afirma ele. Já Corelli se recusa a tocar Britney Spears, decisão compartilhada por Lattari. “Nada contra, mas Madonna e Britney Spears, de jeito nenhum!”, afirma.


Bezzi se recusa a colocar Lady Gaga em seu set, enquanto Donato não toca nada que saia de seu setlist normal e não goste. “Meu setlist tem ritmos mais desconhecidos. Por sorte, coisas como Animal Collective e Passion Pit, que são muito pedidos, eu gosto. Aí, tudo bem. Mas bandas como Killers e Bloc Party, sem chance”, reforça.



Para Fabrício, não existem faixas proibidas, mas tudo depende do clima da festa. “Se a música se encaixa no estilo da balada, não vejo porque não tocá-la. E é por isso não discoteco em festas sertanejas...”, finaliza.

iSouljaBoyTellem, segundo disco do Soulja Boy, finalmente chega ao Brasil.

Lançado nos EUA ainda em dezembro do ano passado, finalmente o segundo álbum do rapper Soulja Boy Tellem chega ao Brasil para pegar carona no hit Kiss Me Thru The Phone, que passou semanas e mais semanas entre os 10 mais vendidos da Billboard no mês passado.

iSouljaBoyTellem não teve uma repercussão tão boa quanto o disco de estreia do jovem rapper, talvez mais pela salada de produtores no passar das faixas ou pela fraqueza das bases escolhidas para acompanhar o rap.

Falta unidade no disco e as letras também foram uma decepção. A obsessão anal do garoto por diamantes começa a incomodar depois da quarta faixa, graças à interminável sequência de rimas com "Ice" e "Gucci".

Os pontos altos são o megahit Kiss Me Thru The Phone, a faixa de abertura Bird Walk (que tem uma batida bem legal) e a parceria com Sean Kingston em Yamaha Mama, além da repetição do seu primeiro hit, Crank That.

À procura de novo guitarrista, Ozzy Osbourne diz que novo CD "está indo bem"


Ozzy Osbourne continua a todo vapor. Em entrevista à revista Classic Rock, ele afirmou que, mesmo enquanto busca por um novo guitarrista para sua banda-solo, já está trabalhando em seu novo álbum.




Osbourne, desta vez, está gravando suas músicas em um estúdio situado em sua própria casa. “É ótimo ter um estúdio próprio. Claro que nem tudo são flores porque, por exemplo, se minha mulher me chamar para jantar e eu responder: ‘não posso, estou preso no estúdio’, ela simplesmente pode descer as escadas e entrar! Mas estou adorando gravar o álbum”, afirmou ele.



O cantor também confirmou está prestes a contratar um novo guitarrista no lugar de Zakk Wylde. “Todos estamos me dizendo para chamar o John 5 [que já trabalhou com Marilyn Manson]. Ainda não sei. Não briguei com Zakk, mas agora ele tem uma banda própria [o Black Label Society] e eu senti que precisava de uma mudança, entende?”, disse Osbourne. Segundo ele, o guitarrista compôs diversas passagens para o disco. “Mas ainda não sei se vou utilizar esse material”, afirmou.



Já Wylde postou em seu perfil no Twitter que espera participar das gravações do novo álbum do Madman. “Teoricamente, vamos finalizar o novo CD de Ozzy em setembro. Estes comentários dele são novidade para mim. Não fiquei sabendo nada sobre isso. Até que nós conversemos, não vou dizer nada. Eu o amo”, afirmou.

Dia do Rock: conheça dez histórias inacreditáveis sobre o gênero



O rock é um tipo de música para mitos. As lendas se propagam no panorama roqueiro com velocidade impressionante e todos têm uma bela versão de alguma história bizarra envolvendo seu rockstar favorito.


escolhemos dez histórias inacreditáveis do gênero em todo o mundo, levando em consideração aquelas que são comprovadamente verdadeiras.


Deixamos de fora algumas pérolas, como o dia em que Keith Moon (baterista do The Who) dirigiu seu carro em uma piscina. entre outras .







1-Chuck Schuldiner, fundador do Death, foi diagnosticado com câncer cerebral em 1999. Apesar das fortes dores de cabeça que enfrentava a cada batida da batera, seguiu enfrentando o som até morrer de pneumonia em 2001. Atitude!


2-Glen Benton, líder da banda de death metal Deicide, prometeu que iria se matar quando chegasse aos 33 anos, a idade de Cristo. Hoje ele tem 42 anos e, apesar dos apelos de seus fãs para que cumprisse a promessa, segue vivinho da silva.


3-No fim dos anos 60, integrantes do Led Zeppelin realizaram uma festinha com algumas groupies no hotel Edgewater Inn, envolvento muito champagne, drogas, uma jovem ruiva de 17 anos chamada Jackie, uma corda e alguns peixes frescos .



4-Todos os sons do sistema operacional Windows Vista foram criados pelo cerebral Robert Fripp, líder do King Crimson.



5-O hit I Don't Want To Miss A Thing, gravado pelo Aerosmith em 1998, foi escrito por Diane Warren para a voz de Celine Dion.



6-Keith Moon, baterista do The Who, foi o único homem a ser banido das três maiores redes de hotéis dos anos 70 (Holyday Inn, Sheraton e Hilton) por seu amor a explosivos e total desdém pelas regras.



7-George Harrison e Eric Clapton foram casados com a mesma mulher, Pattie Boyd. Clapton escreveu para ela o clássico Layla enquanto a modelo ainda era casada com o ex-Beatle. E repetiu a dose com Wonderful Tonight!



8-The Dark Side Of The Moon, do Pink Floyd, é o disco que passou mais tempo no top 200 da Billboard, ficando 741 semanas seguidas na lista.



9-Troca-troca: buscando mais "pegada", os Titãs demitiram o então responsável pelas baquetas André Jung em 1984, substituindo-o pelo então integrante do Ira! Charles Gavin. Então, Jung acabou se juntando a Scandurra, Gaspa e Nasi...



10-Jimi Hendrix teria faturado duas dúzias de groupies em uma aposta com seu empresário.

caldeirão teen !


AMOR VIRTUAL .



Tereza e Francisco trocaram e-mails por dois anos. Jamais se conheceram. Os únicos contatos foram através do chat, e-mails e cartões virtuais. Trocaram fotos e as promessas de um encontro real foram adiadas. Tereza, 26 anos, solteira, estava apaixonada. Simpatizou-se com o rapaz quando iniciou o bate papo no chat. Francisco, solteiro, 27 anos, era simpático e escrevia bem. Seus e-mails eram carinhosos e o estilo de escrever muito romântico. No entanto, havia uma barreira natural entre os dois: Tereza morava no Rio Grande do Sul e o Francisco em Recife.



O amor virtual resistiu por dois anos à distancia, mantendo-se apenas com o romantismo dos e-mails e as conversas no ICQ. As promessas de um encontro real jamais foram cumpridas pelo rapaz. Havia sempre uma desculpa: falta de dinheiro, tempo ou problemas pessoais. Tereza foi mais corajosa. Tomou a iniciativa de sugerir ao namorado virtual uma viagem até Recife para conhecê-lo. Francisco desconversou. Assim, aos poucos, os e-mails rarearam e a conexão de amor do casal caiu de vez.

Tereza sofreu um pouco, mas se conformou. Ficou muito desiludida com os amores virtuais e parou de entrar nos chats. Perdeu de vez o contato com Francisco e jamais soube o verdadeiro motivo pelo qual evitava conhece-la pessoalmente.

Alguns casais virtuais têm mais sorte. A paixão virtual se fortalece após o contato real e, às vezes, pode acabar em compromisso sério ou casamento. No entanto, nem sempre isto acontece.


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O microcomputador pode ser um grande aliado na aproximação das pessoas. A máquina encurta distancias e facilita os contatos, mas é uma faca de dois gumes. No entanto, através da letra, do bate papo ou do ICQ não há nada que possa confirmar a veracidade das palavras ou sentimentos. Pode ser até arriscado procurar um namorado virtual. Nunca se sabe o caráter da pessoa e sua verdadeira intenção quando está teclando num chat.

Mesmo na vida real, podemos nos enganar com relação ao caráter das pessoas. Acontece que, no dia a dia, num barzinho ou mesmo com amigos, estamos vendo a pessoa, olho no olho. No primeiro momento, a visão é a primeira aliada na paquera. Você vê o rapaz ou a moça e a acha bonita ou atraente. Se estiver próximo(a) a ele(a) poderá gostar do seu perfume. Neste contexto, entra a audição, como uma forma de elo; você gosta da voz da pessoa. Depois, vem a conversa. Através desta conversa, despertam as afinidades e as semelhanças.

João gosta de música, Beth também. Elisa tem olhos azuis e Mário gosta de mulheres claras de olhos azuis. Pedro adora cães e Maria também. Ou então o contrário: Luciana achou Beto um rapaz muito bonito, mas ele não sabe conversar. Ângela começou a namorar Chico, mas ele é muito ciumento. Não deu certo.

O Amor virtual tem nuances diferentes. As pessoas se aproximam por causa das afinidades. Gostam do jeito de escrever da outra, percebem que têm os mesmos gostos. Depois, vem os estímulos visuais, através da troca de fotos. Seguem os telefonemas e talvez, os encontros. Daí, pode acontecer um grande amor ou um grande desastre!

Paula teclou um mês com um homem romântico e educado. Marcaram um encontro no shopping de sua cidade. Não haviam trocado fotos ainda. Ela gostou dele à primeira vista. Ele não! O primeiro encontro foi um fracasso! O homem tratou-a sêcamente. Ficou decepcionado! Apesar de Paula ter sido sincera, quando descreveu seu tipo físico, ele não se sentiu atraído por ela no encontro real. O homem "romântico e educado" nunca mais apareceu no ICQ, lugar marcado para os encontros virtuais.

Sílvia conheceu um homem separado num chat de internet. Com o desenrolar da conversa, descobriram que moravam no mesmo bairro. Marcaram um encontro e, hoje, mantém um compromisso sério. Através do contato real, Sílvia pôde se certificar onde morava o rapaz, seu trabalho e até o estado civil. Ficou mais tranquila e, através do namoro real, estão se conhecendo melhor.

Se você gosta de conhecer pessoas através da Internet, tome certas precauções. Procure observar a pessoa com a qual está teclando. Escolha um bate papo e observe. Faça muitas amizades . Volte sempre ao mesmo bate papo. Assim, você ficará familiarizada com as pessoas. Pode se informar sobre um flerte ou uma paquera. As mentiras se espalham nos chats. Homens casados se transformam em conquistadores para viverem suas fantasias virtuais. E nem sempre contam sobre seu estado civil. 'As vezes, um rapaz gentil , tímido e solitário, pode ser um marido frustrado. Através do computador, podemos ser o que desejamos e viver muitas fantasias . Uma mulher solitária- uma mulher sensual; um rapaz tímido- um homem sedutor. Se a pessoa sabe o que deseja, a Internet lhe dá passe livre para agir como quiser. No entanto, tome cuidado, porque "o feitiço pode virar contra o feiticeiro." Usar a internet para mascarar problemas sérios ou frustrações afetivas, através de mentiras e enganos, pode ser perigoso.

Não há limites para o mundo virtual. Você pode ser o que você quiser. Através dos nicks escolhe a vida virtual que deseja para si. Sai da rotina do dia a dia ou de um casamento frustrado para um mundo cheio de fantasias e ilusões. 'As vezes, o dia a dia em casa é chato... puro tédio. Então, o que fazemos? Entramos em nosso quarto, deixamos a espôsa ou espôso no sofá vendo TV e vamos para o mundo da fantasia. Lutar por uma dia a dia proveitoso é difícil. O retorno virtual é mais imediato. Num bate papo, podemos conseguir um amor e até Sexo. Sexo virtual ou até mesmo real.

Se você souber o que deseja da Internet, poderá estar mais fortalecido(a). Sonhe, fantasie, mas tenha cuidado para não se machucar ou machucar as pessoas. Seja sempre sincero(a) consigo mesmo. A mentira tem pernas curtas e, você poderá até ameaçar seu casamento ou relacionamento, com as fantasias de um amor virtual. Um relacionamento tem que estar bom para os dois. Alguns casais se dão muito bem vivendo um amor virtual platônico ou secreto. Liberam suas fantasias e assim está bom para eles. No entanto, o que é bom para uma pessoa nem sempre é bom para a outra.

Nada substitui a vida real, o "olho no olho", o toque das mãos, o contato da pele do ser amado. Se você acha que seu amor virtual.. está demorando muito para se tornar real, fique esperto(a)! Pode ser que haja uma mentira por aí... ou então, seu flerte queira apenas um amor platônico. Amor platônico não se compromete e vive apenas de e-mails e cartões virtuais.

O Amor verdadeiro se compromete, é sincero... e muito real. Pode até começar no Micro computador, mas entra na sua vida real, entra no seu mundo. O amor real tem endereço, casa, telefone.. e não vive de mistérios ou mentiras.

Vá com calma! Acredite nas pessoas, acredite no Amor, mas tenha bom senso!

Quando for marcar um primeiro encontro real com seu amor virtual, escolha um local público. Através do diálogo, seja sempre sincero(a) e procure conhecer melhor a pessoa.

O Amor entra no destino da pessoa no momento certo. Pode ser na rua, numa lanchonete, num chat virtual, num cinema ou até numa danceteria.

Seja sempre você mesmo(a) e lute pelo que você quer. Não faça aos outros o que você não deseja para si!

Lembre-se! O Mundo virtual é feito de pessoas de carne e osso! Um dia, o que é falso e ilusório, cai por terra!

Seja feliz!

* Os nomes mencionados são fictícios.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

CALDEIRÃO TEEN


piercing e cuidados para cicatrização .


Piercing, assim como a tatuagem, é uma forma de modificar o corpo humano. No piercing, normalmente fura-se a pele a fim de introduzir peças de metal esterilizadas.

O piercing é utilizado por diversos povos. Os papues da Nova-Guiné, por exemplo, centram a sua decoração no nariz, as decorações corporais, servem para conferir ao indivíduo as virtudes do animal de que provém esses adornos. Já os kayapós, perfuram as orelhas dos recém-nascidos e o lábio inferior dos mais pequenos. O chefe kayapó tem o direito de ostentar um adorno labial de quartzo nas cerimônias particulares, diferenciando-se dos seus congeneres.

Para os esquimós do Alaska, o piercing do lábio significa o momento da transição para o mundo adulto e significa que a criança se tornou um caçador.

Na Índia é muito comum, sobretudo as mulheres, furarem o nariz, o septo nasal e as orelhas.



O piercing da ala do nariz é proveniente da Índia, onde se reservava às castas mais altas, já o septo nasal perfurado é originário da Nova-Guiné.

Na época dos faraós, o piercing no umbigo era exclusivo da família real. Os antigos maias praticavam a arte da perfuração, furando os lábios, o nariz e as orelhas.

Existem diversos materiais para as jóias. Apesar de normalmente se dizer que o mais indicado é o aço cirúrgico, tal não é verdade. O ideal será usar material como o Titânio ou mesmo o Teflon por serem menos reativos e assim produzirem uma menor resposta imunológica, que desencadiaria uma alergia ou inflamação. Não é recomendavel o uso de ouro, pois dependendo do sistema imunológico da pessoa, pode ocasionar alguma reação alérgica.

Veja algumas recomendações para pessoas que utilizem ou tenham interesse em utilizar piercing, principalmente para a etapa de cicatrização:

. Lave as mãos com sabonete anti-séptico antes de tocá-lo.
. Lave a boca com anti-séptico bucal diluído em água após as refeições.
. Limpe o piercing somente duas vezes por dia, na fase de cicatrização.
. Não permita que outras pessoas toquem em seu piercing sem lavar as mãos.
. Evite sauna, piscina, banho de mar, lagoa e excesso de sol.
. Atritos causados por roupas apertadas, pesadas ou movimentos excessivos podem causar quelóides, irritação da pele. Isso forma um vermelho escuro ao redor do piercing, podendo levar até à rejeição.
. O piercing só pode ser trocado ou retirado quando o local perfurado já estiver completamente cicatrizado.
. Evite roupas justas e sintéticas que fiquem em contato com o piercing, pois dificultam a respiração da pele.
. Não submeta seu piercing a nenhum atrito.
. Estresse, má alimentação, uso de drogas e álcool ou doença podem prolongar o período de cicatrização.
. Não tenha contato com fluidos de outras pessoas, como suor, saliva, secreções, sangue, etc.
. Deixe longe de seu piercing, cosméticos, bronzeadores, perfumes, roupas de cama suja, aparelhos de telefone ou qualquer objeto de uso público. As infecções são causadas pelo contato com bactérias e fungos que podem estar em qualquer lugar.
. Para limpar o piercing, utilize um sabonete anti-séptico e aplique sobre o local, girando lentamente a jóia. Certifique-se que não ficou nenhum resíduo ou secreção.
. Só toque no piercing quando estiver limpando.
. Para a cicatrização dos piercings bucais, chupe gelo e beba água gelada nos três primeiros dias. Evite beijos e alimentos apimentados.
. Não aplique sobre o piercing álcool, água oxigenada, mertiolate, mercúrio e pomadas que não sejam indicadas por um profissional.


É recomendável sempre consultar um profissional caso tenha quaisquer dúvidas sobre piercing.

quinta-feira, 9 de julho de 2009








Não o disco do Nirvana que mudou os rumos de uma geração. Nevermind foi apenas o catalisador, o motivo que todos queriam para que as mudanças pudessem ocorrer. Depois de uma década perdida, os famigerados anos 80, que começava a invadir os 90, Nevermind foi o ponta pé inicial de criatividade que faltava na vida das pessoas. Na época, indústria musical parecia estar mais interessada em cabelos e roupas espalhafatosas do que na própria música (ex: Poison, Skid Row e por aí vai), e foi preciso que três rapazes da longínqua Seattle, mau vestidos e tocando uma música simples e direta, para mudar esta visão da indústria. Podemos dizer, que os anos 80 realmente acabaram quando Nevermind foi lançado (1991).



O Nirvana vem de uma cidade chamada Aberdeen, a 170 Km de Seattle. A banda era modestamente famosa na região quando assinou contrato com a gravadora Sub Pop para gravar o seu primeiro disco Bleach. O interessante é que duas das grandes músicas de Nevermind foram gravadas mas não entraram neste disco: Lithium e In Bloom. As músicas estão bastante descaracterizadas pois ainda contava com Aaron Burckhard na bateria (que por sinal, tocava muito mal). Depois de um certo tempo, já com Dave Grohl na bateria, a banda assina outro contrato de gravação (desta vez com a bem maior Geffen) e parte para a Califórnia com o produtor Butch Vig (atual baixista da banda Garbage!), um orçamento de 60 mil dólares e o sonho de um dia venderem 50 mil discos (metade do que seus ídolos do Sonic Youth tinha vendido com o álbum Goo).



Nevermind começa com a lendária Smell´s Like a Teen Spirit, que curiosamente foi a última a ser gravada e não tinha um solo de guitarra, então Kurt simplesmente tocou a melódia do vocal, de uma maneira provisória até o solo ser composto, mas ficou tão bom que que ficou em definitivo na música. Os ouvintes mais atentos podem perceber que no final da música, Kurt foi perdendo a voz, isto porque o vocal foi gravado de uma vez só e esta versão acabou sendo a melhor de todas.

Com relação aos vocais, todos os refrões utilizaram uma técnica chamada Doubble Tracking (o vocalista grava duas versões do mesmo trecho e depois elas são sobrepostas, dando a impressão de um backing vocal) somente com urt, com exceção de In Bloom onde Dave Grohl divide os vocais no refrão (já tinham reparado nisto?)!.

Polly é uma das músicas mais marcantes do disco. Ela conta a história de uma garota que foi seqüestrada e só conseguiu escapar quando começou a tratar o seqüestrador com respeito e educação (!). Esta é uma história verídica que Kurt leu em um jornal, e então ele resolveu fazer uma letra do ponto de vista do seqüestrador(!). O interessante desta música, é que a versão final contém um erro de Kurt que começou a cantar no momento errado (é durante o solo de baixo onde Kurt diz duas vezes Polly say´s!) mas como ela ficou tão boa acabaram deixando esta versão no disco.



Outro fato curioso do disco. Depois de 3 tentativas frustradas de gravar Something in the Way, Kurt vai até a sala do produtor Butch Vig, senta na poltrona com um viola e diz: “Eu quero que ea soe mais ou menos assim” e começa a tocar a música de uma maneira bem suave. O produtor, impressionado, sai da sala e volta em seguida com dois microfones, desliga o telefone e todos os aparelhos, pede para Kurt toca-la novamente e, prende sua respiração por 3 minutos enquanto grava a música. Portanto, da próxima vez que escutar esta música saiba que o vocal e o violão forão gravados na poltrona da sala do produtor Butch Vig.

Apenas algumas semanas após o lançamento do disco, o Nirvana já era uma das maiores bandas do planeta. Infelizmente Kurt Cobain não estava pronto para este sucesso e sua vida acabou de uma maneira trágica.

Para saber um pouco mais sobre o fim da vida de Kurt e se ele se suicidou ou se a Courtney Love “suicidou” ele assista ao documentário Kurt & Courtney.